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Empresária ligada a caso de Passaporte Falsificado de Ronaldinho Gaúcho é presa após 6 anos

Geovani Moreira

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Fotos de documentos de identidade paraguaios com nomes de Ronaldinho e do irmão dele, Assis — Foto: Ministério Público Paraguai/ Reprodução

A empresária paraguaia Dalia López foi presa nesta quinta-feira (2), em Assunção, capital do Paraguai, após passar seis anos foragida da Justiça. Ela é apontada como uma das principais suspeitas de envolvimento no caso de falsificação de documentos que levou à prisão do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho em 2020.

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Segundo informações das autoridades locais, Dalia era procurada por crimes como uso de documentos públicos falsos, além de suspeitas de envolvimento com uma organização criminosa ligada à lavagem de dinheiro e sonegação fiscal. A prisão aconteceu na própria residência da empresária, onde, de acordo com a polícia, ela permanecia escondida há anos.

Durante a operação, os agentes encontraram aproximadamente 220 mil dólares e 330 milhões de guaranis em espécie, além de equipamentos eletrônicos, como celulares, tablets e um notebook, que agora serão analisados pelas autoridades para aprofundar as investigações.

No local onde Dalia Lopez foi encontrada, a polícia encontrou cerca de 220 mil dólares e 330 milhões de guaranis em dinheiro vivo — Foto: Polícia do Paraguai

No local onde Dalia Lopez foi encontrada, a polícia encontrou cerca de 220 mil dólares e 330 milhões de guaranis em dinheiro vivo — Foto: Polícia do Paraguai

O caso ganhou repercussão internacional em 2020, quando Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Roberto de Assis Moreira, foram detidos ao entrarem no Paraguai com documentos paraguaios adulterados. Ambos permaneceram presos preventivamente por cerca de cinco meses antes de serem liberados mediante pagamento de multa, o que encerrou o processo judicial contra eles.

De acordo com as investigações, Dalia López teria sido responsável por intermediar a ida do ex-jogador ao país. A empresária havia criado uma fundação voltada à assistência infantil e pretendia utilizar a imagem de Ronaldinho Gaúcho como embaixador da iniciativa, o que motivou o convite para sua visita ao Paraguai.

As autoridades paraguaias também apontam que a organização supostamente liderada por Dalia movimentou mais de 400 milhões de dólares entre 2015 e 2020, utilizando empresas de fachada para ocultar recursos ilícitos.

Com a prisão, o caso volta a ganhar destaque e pode ter novos desdobramentos, já que os materiais apreendidos devem ajudar a esclarecer a extensão das atividades do grupo e identificar possíveis outros envolvidos no esquema.

A polícia não descarta novas prisões nos próximos meses, conforme o avanço das investigações.

*As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião deste portal.

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