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Carlinhos Maia é processado em R$ 1 milhão após vídeo em Noronha

Carinhos Maia - Foto Reprodução Instagram

Uma viagem ao paraíso virou polêmica para o influenciador Carlinhos Maia. O humorista revelou nesta segunda-feira (13) que está sendo processado em R$ 1 milhão pelo ICMBio após registrar imagens de uma ave durante um passeio em Fernando de Noronha.

Segundo o relato do próprio influenciador, a situação aconteceu durante um passeio de barco pela ilha. Na ocasião, integrantes de sua equipe teriam alimentado uma gaivota com pedaços de camarão, prática proibida pelas normas ambientais locais. Carlinhos afirma que apenas filmou a cena e publicou nos Stories, apagando o conteúdo logo depois de ser alertado pelo barqueiro sobre a irregularidade.

Apesar disso, ele diz ter sido surpreendido com uma ação milionária. Enquanto a pessoa que alimentou a ave recebeu uma multa de cerca de R$ 5 mil — valor considerado padrão para esse tipo de infração —, o influenciador foi alvo de um processo com base na alegação de exploração comercial da imagem do animal.

“É um negócio absurdo. Já vi muita coisa na vida, mas ser acusado de explorar comercialmente a imagem de uma gaivota e ter que pagar R$ 1 milhão por isso é demais”, declarou Carlinhos Maia em suas redes sociais, demonstrando indignação com o caso. A informação foi divulgada inicialmente pelo colunista Daniel Nascimento, do jornal O Dia.

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Inconformado, o influenciador afirmou que já acionou sua equipe jurídica e decidiu processar o ICMBio. Ele classificou a situação como arbitrária e sugeriu estar sendo alvo de perseguição. Durante o desabafo, também criticou a atuação do órgão ambiental, citando episódios que, segundo ele, demonstrariam falta de coerência na fiscalização.

Entre as críticas, Carlinhos mencionou a presença de carcaças de tartarugas na Praia do Peba, afirmando que já registrou situações semelhantes anteriormente e questionando a gestão ambiental em determinadas áreas.

O influenciador também aproveitou para criticar a infraestrutura de Fernando de Noronha. Segundo ele, apesar das altas taxas cobradas dos turistas, o destino ainda apresenta falhas em serviços básicos.

“Se me pedissem R$ 1 milhão para ajudar a ilha, eu doaria. Mas para dizer que estou explorando a imagem de uma gaivota? Se isso for aprovado pela Justiça, será um dos maiores absurdos que já vi”, afirmou.

O caso levanta discussões sobre os limites da legislação ambiental e o uso de imagens de animais em contextos digitais, além de reacender o debate sobre responsabilidade de influenciadores em áreas de preservação ambiental.

Até o momento, o ICMBio não se manifestou oficialmente sobre o caso.

*As informações contidas neste texto são de responsabilidade dos colunistas e não expressam necessariamente a opinião deste portal.

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